Risco cardiovascular
Pressão, colesterol, glicemia, peso e tabagismo somados definem sua chance de infarto e AVC nos próximos anos — e todos esses fatores respondem a tratamento.
Medicina preventiva não é fazer mais exames: é saber quais fazem sentido para você, entender o seu risco real e agir sobre ele antes que vire diagnóstico. Com base em evidência e um plano que cabe na sua rotina.
Avaliação de risco individual · rastreamento com indicação · plano de prevenção por escrito

Por que isso importa
Infarto, AVC, diabetes tipo 2 e vários tipos de câncer não começam no dia do diagnóstico. Eles se instalam ao longo de anos ou décadas, sem sintoma nenhum, enquanto a pressão sobe devagar, a glicemia se desregula e as placas se formam nas artérias.
O mesmo vale para o cérebro: o processo que leva ao declínio cognitivo começa muito antes do primeiro esquecimento preocupante, e responde a fatores que são tratáveis — sono, pressão, glicemia, audição, atividade física e saúde mental.
Esse período silencioso é exatamente a janela em que a medicina preventiva funciona. Depois que o dano se instala, o trabalho passa a ser limitar as perdas. Antes disso, ainda é possível mudar o rumo.
Histórico familiar de infarto, AVC, diabetes ou câncer
Pressão, glicemia ou colesterol no limite, sem acompanhamento
Ganho de peso progressivo ao longo dos anos
Sono ruim, estresse crônico ou sedentarismo
Anos sem exames de rastreamento por faixa de idade
Preocupação com memória e envelhecimento saudável
Como isso pode pesar na vida
Pressão, colesterol, glicemia, peso e tabagismo somados definem sua chance de infarto e AVC nos próximos anos — e todos esses fatores respondem a tratamento.
Pré-diabetes e resistência à insulina são etapas reversíveis. Identificadas cedo, evitam a progressão para diabetes e suas complicações.
Boa parte do risco de declínio cognitivo é atribuível a fatores modificáveis ao longo da vida, do controle da pressão à qualidade do sono e à atividade física.
Prevenção não é promessa de que nada vai acontecer. É reduzir probabilidades com decisões informadas e detectar cedo o que puder ser detectado.
Como funciona
Etapa 1
História pessoal e familiar, hábitos, medicamentos, exames anteriores e medidas objetivas compõem um retrato do seu risco atual, e não de uma média populacional.
Etapa 2
Só entram os exames com indicação para o seu perfil, idade e histórico. Os que não mudariam a conduta ficam de fora, evitando sobrediagnóstico e ansiedade desnecessária.
Etapa 3
Metas objetivas para pressão, glicemia, colesterol, peso, sono e atividade física, revisadas em retornos programados conforme a sua resposta ao plano.
Formada em Medicina pelo Hospital Israelita Albert Einstein, com formação em Fisiologia do Exercício e pós-graduação em Saúde Mental, a Dra. Raquel foi pesquisadora no Einstein e é autora de publicações científicas em neurologia e saúde cerebral — experiência que se traduz em ler a evidência com critério antes de transformá-la em conduta.
Perguntas frequentes
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