Trabalho e produtividade
Reuniões, prazos e tarefas ficam comprometidos quando a dor obriga você a parar ou reduz sua concentração por horas.
Se você perdeu a conta de quantos analgésicos tomou e das vezes em que a dor de cabeça interrompeu seu dia, pode ser hora de sair do improviso e construir um plano de tratamento.
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Você se identifica?
Enxaqueca não é apenas uma dor de cabeça forte. A crise pode trazer náusea, sensibilidade à luz e ao som, alterações visuais e uma necessidade real de interromper tudo até que passe.
Entre uma crise e outra, muitas pessoas vivem em estado de alerta: evitam compromissos, carregam remédios para todo lugar e tentam adivinhar qual alimento, noite mal dormida ou período de estresse vai provocar a próxima dor.
O uso repetido de analgésicos sem orientação também pode aumentar a frequência das dores. Por isso, avaliar o padrão e diferenciar o tipo de cefaleia é parte central do tratamento.
Dores de cabeça frequentes que atrapalham o dia
Crises latejantes, muitas vezes de um lado só
Sensibilidade à luz, ao som ou a cheiros
Uso cada vez mais frequente de analgésicos
Náusea ou alterações visuais antes ou durante a dor
Medo constante de quando será a próxima crise
Como isso pode pesar na vida
Reuniões, prazos e tarefas ficam comprometidos quando a dor obriga você a parar ou reduz sua concentração por horas.
Planos são cancelados, ambientes com luz e barulho viram preocupação e quem está por perto nem sempre entende a intensidade da crise.
Tomar remédio em toda crise sem um plano pode mascarar o padrão da dor e, em alguns casos, contribuir para cefaleia por uso excessivo.
Dor súbita e muito intensa, alterações neurológicas, desmaio, febre com rigidez no pescoço ou dor após trauma são sinais para procurar pronto-socorro imediatamente, não telemedicina.
Como funciona
Etapa 1
Investigamos frequência, duração, características, medicamentos usados e possíveis gatilhos, como sono, alimentação, hormônios e estresse.
Etapa 2
O plano pode incluir medidas para aliviar as crises e estratégias para reduzir sua frequência, sempre de acordo com o seu quadro.
Etapa 3
A resposta é revisada ao longo do tempo para ajustar condutas e buscar menos crises, menor intensidade e menos impacto na rotina.
Formada em Medicina pelo Hospital Israelita Albert Einstein e com especialização em Stanford, a Dra. Raquel avalia o contexto completo da dor de cabeça para orientar um tratamento individualizado, sem se limitar ao alívio momentâneo.
Perguntas frequentes
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Agende uma consulta para entender seu padrão de dor e construir um plano de cuidado voltado ao controle das crises e à sua qualidade de vida.